sexta-feira, 8 de junho de 2012

Texto: Sempre.(Always)



"Há uma verdade universal que todos precisamos aceitar, querendo ou não. Tudo acaba algum dia.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Resenha: Filmes Literários. Parte 1




Já me perguntei uma vez, "Por quê os contos macabros de Edgar Allan Poe e os livros obscuros de Stephen King agradam-me tanto?". Eu responderia de uma maneira simples e objetiva. Eles me incomodam (essa é a palavra chave). Esse sentimento de dedo na ferida, sem medo de mostrar o que é sujo e incorreto, realçam as palavras tornando-as apreciadas não só por mim quanto a milhares de pessoas pelo mundo.


Deste modo, o cinema, filho caçula dos livros, busca “incomodar” seu espectador com suas estórias sujas e destruidoras de caráter históricas.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Resenha: Os Vingadores - The Avengers (2012)

Ah, como o tempo passa rápido e nem percebemos. Foi em meados de 2008 que numa singela aparição disseram duas palavras, “Iniciativa Vingadores”, foi o suficiente para deixar milhares de fãs de todo o mundo loucos, algo maior estava por vir. Foram tantos filmes: Homem de Ferro(1), 2; O Incrível Hulk; Thor e Capitão América. Todos eles com um único objetivo, apresentar para as telonas os heróis fantasiado mais famosos do Universo Marvel, mas por que apresentar? Simples, para depois reunir os fantasiados (monstros e deuses) no cinema. E, eis que esse dia finalmente chegou. Os Vingadores - The Avengers (sim, o nome do filme é esse) estreou exatamente no dia 27 de abril de 2012. Muitos aqui sabem, outros nem ligam, que eu evitei qualquer contato com o filme, não vi fotos, não li sinopses, não vi trailer, nem áudio nem nada. Estava livre e desimpedido para apreciar ou falar mal, mas na pré-estreia eu estava lá, tomando chuva de moto enquanto ia para o cinema numa sessão especial às 00:00.


Atenção! Contém Spoilers.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Poema: Nada Sinto.

O que consegue ver em meus olhos?
Pareço-me triste ou feliz?
Já se pegou olhando para o nada?
Não consigo mais compreender aquilo que chamamos de vida.
Não consigo entender o motivo de tanta dor.
Mas essa dor não dói. Ela não chora. Ela não sente.
O labirinto da minha alma se formou, as paredes dos pensamentos se tornaram sólido.
Por que me olhais desta forma, como se não me reconheceste?
“Isto” é preocupação? Você me entende?
Se eu simplesmente ficasse quieto, conseguiria me entender, conseguiria ver a escuridão em meu coração?
Nada importa, nada sinto e nada desejo.
Este sou eu, uma carcaça vazia e um coração frio. Não há nada aqui a não ser palavras e frases avulsas.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Recado: Agora também no "tumblr."

Navegando em um universo de conhecimento nos deparamos com novas formas de aprendizado e novos meios de comunicação.

O *Risc-Rabisc* tem o orgulho, ou não, de apresentar o primeiro Tumblr desse que vos escreve já algum tempo.

Sejam bem-vindos, entrem para “O Mundo de Fulgor”.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Texto: Língua é poder, eis o xis da questão.


O mundo parece sempre estar em grande mudança, porém a hierarquia continuará. E hoje ela é governada pela língua.
A classe desfavorecida caminha em um labirinto de palavras desconhecidas onde são constantemente manipuladas pelos “poderosos”.
Em uma entrevista de emprego, se o candidato se arriscar a dizer um “pobrema”, imediatamente ele será desclassificado devido ao seu “uso popular da fala”, mas se um outro candidato acertar seu “problema” suas chances serão melhores.
Isso mostra o quanto a sociedade é preconceituosa de acordo com seu “grau da língua”. Mas é exatamente isso que os líderes governamentais desejam, que sua nação tenha o menor conhecimento possível de palavras, pois no momento em que essas pessoas conseguirem atingir o nível mínimo de palavras para conduzir um debate, toda aquela vantagem de Líder para Povo terá sido apagada.
Embora a situação pareça favorável para ser resolvida, a cada dia que passa novas exigências são propostas, como por exemplo, o domínio de uma segunda língua. Provando que o poder continuará nas mãos daqueles que conhecem, não somente a sua própria língua, quanto uma segunda e terceira língua.

Eduardo Esteves dos Santos, 05/04/11.